Monitoramento de concreto em tempo real

Temperatura e resistência do seu concreto, medidas dentro da peça.

Controle térmico de blocos e peças de grande volume, e resistência estimada in loco pelo método da maturidade. Você decide desforma, protensão e liberação de carga com o dado da obra — não com o calendário.

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PEÇA MONITORADA Bloco B-04 · 86 m³
AO VIVO
NÚCLEO 61,4°
SUPERFÍCIE 46,8°
DIFERENCIAL 14,6°
NÚCLEO × META SEGURA 65 °C
Resistência estimada (bloco B-04) 18,6 MPa · meta 21 MPa
Exemplo ilustrativo do painel de acompanhamento
Conforme ABNT NBR 6118, 12655 e 7212 Meta térmica segura: 65 °C Relatório técnico com ART Atendimento em todo o Brasil
Dois serviços, um objetivo

Contrate o que a sua obra precisa.

SERVIÇO 01

Monitoramento térmico

Só temperatura. Para blocos de fundação, sapatas, radiers e peças de grande volume: pico térmico, diferencial núcleo × superfície e controle da fissuração de origem térmica.

Ver monitoramento térmico →
SERVIÇO 02

Resistência pelo método da maturidade

Temperatura convertida em resistência, com curva calibrada para o seu traço. Para liberar desforma, protensão e carregamento no momento em que a peça está pronta.

Ver monitoramento de resistência →
Monitoramento térmico

Bloco de grande volume esquenta por dentro — e fissura de dentro para fora.

O calor de hidratação do cimento fica preso no núcleo de peças espessas, enquanto a superfície perde calor para o ambiente. Quando essa diferença passa do limite, a casca contrai sobre um núcleo ainda expandido e surgem fissuras de origem térmica — muitas vezes invisíveis no dia, caras de tratar depois.

Medir a temperatura em pontos estratégicos do bloco permite agir a tempo: ajustar a cura e corrigir a estratégia das próximas concretagens — traço, temperatura de lançamento e etapas.

75 °C — proibido 65 °C — meta segura núcleo superfície diferencial horas após a concretagem (0 a 168 h) temperatura (°C)
  • Pico de temperaturaQuanto e quando o núcleo esquenta, mantido abaixo da meta segura de 65 °C.
  • Diferencial núcleo × superfícieO indicador que governa a fissuração térmica, acompanhado hora a hora.
  • Taxa de resfriamentoPara garantir que o bloco esfrie de forma gradual e controlada.
  • Temperatura de lançamentoRegistro do concreto fresco na chegada, ponto de partida do controle.

Critérios de temperatura que adotamos

META SEGURA ≤ 65 °C Temperatura máxima que o núcleo da peça deve atingir. É o alvo do plano térmico e o gatilho para agir antes de qualquer risco.
PROIBIDO > 75 °C Acima deste valor a integridade e a durabilidade do concreto ficam comprometidas, com risco de fissuração e expansões tardias.

Normas brasileiras que fundamentam o serviço

Norma Escopo Onde entra no monitoramento
ABNT NBR 6118 Projeto de estruturas de concreto Resistência de projeto (fck), durabilidade e efeitos de temperatura na estrutura
ABNT NBR 12655 Concreto de cimento Portland — preparo, controle, recebimento e aceitação Controle tecnológico e ensaios que sustentam a calibração da resistência
ABNT NBR 7212 Concreto dosado em central — preparo, fornecimento e controle Condições do concreto na entrega, ponto de partida do controle térmico
ABNT NBR 14931 Execução de estruturas de concreto Concretagem, cura, proteção, desforma e retirada de escoramentos

Os limites finais de cada obra seguem o projeto estrutural e a especificação técnica do contratante.

Consultoria em equipamento

Vai comprar ou alugar o sistema de medição? Escolha certo da primeira vez.

Falar com um especialista
Resistência pelo método da maturidade

O corpo de prova conta a história do laboratório. A sua laje tem outra.

O CP cura em condições diferentes da estrutura. O método da maturidade mede o histórico térmico real da peça e o converte em resistência, a partir de uma curva calibrada com o seu próprio concreto.

FATOR TEMPERATURA-TEMPO (NURSE-SAUL) M(t) = Σ (Ta − T0) · Δt
01

Calibração do traço

Corpos de prova do seu concreto ensaiados em várias idades, com a temperatura de cura registrada. Resultado: a curva resistência × maturidade daquele traço.

02

Instrumentação da peça

Sensores posicionados nos pontos que governam a liberação, fixados na armadura antes do lançamento e registrando continuamente.

03

Leitura e liberação

Resistência estimada ponto a ponto, no celular do engenheiro, com aviso quando a peça atinge o valor de desforma, protensão ou carregamento.

desforma protensão fck de projeto maturidade acumulada (°C·h) resistência (MPa)

Cada marco liberado no momento em que é atingido.

Os pontos em destaque são os instantes em que a peça cruza a resistência exigida para cada etapa. Sem calendário fixo, sem margem de segurança no escuro.

Curva ilustrativa — a real vem da calibração do seu traço.
Um caso clássico

Edifício de 24 pavimentos: a desforma de cada laje decide o prazo da obra.

3 dias × 24 lajes = 72 dias

O concreto atingiu a resistência de desforma na quarta-feira. A diferença está em quando a obra fica sabendo.

QUAQUISEXSÁBDOMSEGTER
Esperando a concreteira Resistência atingida — ninguém sabe Laboratório rompe o corpo de prova Resultado chega à obra Fim de semana Fim de semana Aciona equipe terceirizada Desforma
Com monitoramento Nexo Engenharia Painel avisa 21 MPa — equipe mobilizada Desforma Fôrmas e equipe já na laje seguinte
4 a 5 dias perdidos por laje entre o concreto ficar pronto e a desforma começar, quando o resultado chega no fim da semana.
3 dias economizados por laje, em uma conta conservadora, com a resistência lida em tempo real.
72 dias de adiantamento no cronograma geral — mais de dois meses de canteiro, equipe e fôrma a menos.

Tempo de obra é o recurso mais caro do canteiro. Quem sabe a resistência primeiro, decide primeiro.

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Onde faz diferença

Para quem não pode errar o tempo do concreto.

TEMPERATURA

Blocos de fundação e radiers

Grandes volumes concretados de uma vez, com pico e diferencial térmico sob controle.

TEMPERATURA

Barragens, pilares e travessas espessas

Peças de infraestrutura e obras de arte com risco de fissuração térmica.

TEMPERATURA

Concretagem em clima extremo

Calor intenso ou frentes frias: cura ajustada ao que acontece na peça.

RESISTÊNCIA

Edifícios: desforma e reescoramento

Giro de fôrmas e escoramento definido pela resistência real, pavimento a pavimento.

RESISTÊNCIA

Protensão

Força aplicada só quando o concreto alcança a resistência mínima do projeto.

RESISTÊNCIA

Pré-moldados e pavimentos

Saque de peças e liberação de pavimentos rígidos ao tráfego com segurança.

O que você recebe

Engenharia do primeiro ponto de medição ao laudo final.

Não entregamos só sensores. Um engenheiro acompanha a sua obra, interpreta as leituras e responde tecnicamente pelas recomendações.

  1. 01
    Plano de instrumentação e controle térmicoQuais peças monitorar, quantos pontos e onde, e os limites a respeitar em cada concretagem.
  2. 02
    Calibração do concretoCurva resistência × maturidade do traço utilizado, quando o serviço inclui resistência.
  3. 03
    Acompanhamento contínuoLeituras acessíveis a qualquer hora, com aviso quando um limite é atingido ou um marco é liberado.
  4. 04
    Relatório técnico com ARTHistórico completo de cada concretagem e as decisões recomendadas, documentado para o controle tecnológico.
Quem responde pela sua obra

Engenharia de campo, com rigor de perícia.

A Nexo Engenharia vem da execução de obras e da perícia judicial de engenharia — dois lugares onde uma conclusão técnica precisa se sustentar diante de quem questiona. É com esse cuidado que interpretamos cada leitura e assinamos cada recomendação.

RESPONSÁVEL TÉCNICO Eng. Civil Lucas Gomes Parreira
REGISTRO CREA 1019433523
TRAJETÓRIA Perito judicial de engenharia
ATENDIMENTO Todo o Brasil, sede em Sinop – MT

Perguntas frequentes

Posso contratar só o monitoramento de temperatura?

Sim. O monitoramento térmico é um serviço independente, ideal para blocos e peças de grande volume. Também é possível contratar apenas a consultoria para escolha e instalação do equipamento.

O método da maturidade substitui o rompimento de corpos de prova?

Não, ele complementa. Os ensaios de compressão continuam sendo a base da calibração e do controle de aceitação. O que muda é que as decisões de obra passam a ser tomadas com a resistência estimada da própria peça, em tempo real.

Funciona com qualquer concreto?

O monitoramento térmico, sim. Para estimar resistência, cada traço precisa de calibração própria; se a concreteira mudar o traço durante a obra, fazemos uma nova curva.

Quantos pontos de medição a minha obra precisa?

Depende do volume e da geometria das peças e das decisões que você quer apoiar. O plano de instrumentação define isso caso a caso, priorizando os pontos que governam o risco e a liberação.

Vocês atendem fora de Mato Grosso?

Sim. A sede é em Sinop – MT e atendemos obras em todo o Brasil, com acompanhamento das leituras a distância e visitas técnicas nas etapas de calibração e instrumentação.

Tem uma concretagem importante pela frente?

Envie o projeto ou o plano de concretagem e montamos a proposta de monitoramento para a sua obra.

Chamar no WhatsApp engenharia@nexogroup.com.br